sábado, 2 de outubro de 2010

Situação Atual da Coreia



A “situação atual é tão grave na península coreana que uma guerra pode ocorrer a qualquer momento”, declarou nesta quinta-feira um diplomata norte-coreano na Conferência sobre Desarmamento na ONU, em Genebra.
A tensão é máxima entre as duas Coreias desde o naufrágio de um navio de guerra sul-coreano, atribuído ao regime de Pyongyang, no último dia 26 de março.
Em um discurso na Conferência de Desarmamento, o embaixador adjunto norte-coreano na ONU em Genebra, Ri Jang Gon, atribuiu a responsabilidade da “grave situação” ao “regime sul-coreano, em colaboração com seu aliado, os Estados Unidos, em relação ao naufrágio do barco de guerra sul-coreano Cheonan.
A Coreia do Norte “não tem nada a ver com o naufrágio”, declarou o representante do país, que denunciou os “resultados das investigações” como fundados em “presunções e suposições”.
“As autoridades sul-coreanas, com o pleno apoio dos Estados Unidos, ligaram sem motivo e desde o início o naufrágio do navio de guerra e filnalmente anunciaram de forma arbitrária os resultados de uma investigação assegurando que o navio de guerra tinha sido afundado por um torpedo lançado por um submarino norte-coreano”, completou o diplomata.
“Ao mesmo tempo, manobram de forma estúpida para castigar dando o troco e ao mesmo tempo para que sejam adotadas sanções adicionais contra a República Popular Democrática da Coreia pelo Conselho de Segurança da ONU”, disse.
Segundo as conclusões de uma investigação internacional, o naufrágio do Cheonan, uma corveta de 1.200 toneladas, foi provocado pelo lançamento de um torpedo por um submarino norte-coreano, em um ataque no qual 46 marinheiros sul-coreanos morreram.
Pyongyang negou ter responsabilidade no incidente, um dos mais graves desde o armistício, concluído após a Guerra da Coreia em 1953.
A Coreia do Sul anunciou represálias contra a Coreia do Norte, que prometeu responder desencadeando uma “guerra generalizada” no caso de novas sanções.

Documentario Guerra da Coreia, parte 01

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Documentario Guerra da Coreia parte 02

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Novas manobras iniciadas pelo EUA na peninsula coreana em 2003

Milhares de soldados norte-americanos iniciaram no ano de 2003 manobras na fronteira entre as duas Coréias, em um momento em que a crise provocada pelas ambições nucleares de Pyongyang aumentaram as tensões na região. Autoridades dos Estados Unidos afirmaram que 5.000 homens participaram das manobras, que deveriam prosseguir até o dia 10 de março perto da zona desmilitarizada que divide a península coreana desde o final da guerra entre o Norte e o Sul, de 1950 a 1953. Os soldados pertenciam à 2ª Divisão de Infantaria dos EUA, composta no total por 15 mil homens e cujo Estado-Maior foi instalado em Dongducheon, 40 km ao norte de Seul, em uma das vias usadas pelo Exército norte-coreano em 1950 para invadir a Coréia do Sul.



Cerca de 37 mil militares norte-americanos estiveram posicionados de forma permanente na Coréia do Sul em virtude do tratado de defesa mútua assinado pelos dois países no final da Guerra da Coréia. O objetivo do exercício conjunto dos dois Exércitos era avaliar as capacidades das unidades que realizariam missões em caso de guerra, afirmou o comandante Curtis Roberts, porta-voz da 2ª Divisão de Infantaria. "Essas manobras são realizadas a cada seis meses. Isso não tem nada a ver com a atual situação diplomática e política", afirmou. "Quase um terço dos 15 mil militares dessa divisão está mobilizado para essas manobras", declarou. Os exercícios são considerados uma preparação para antes das manobras que serão realizadas entre os dois Exércitos entre 4 de março e 2 de abril. As manobras de março, que aconteceram todos os anos, foram puramente defensivas e tiveram por objetivo aumentar a capacidade das forças aliadas para defender a Coréia do Sul em caso de uma agressão externa, segundo autoridades locais. O problema é que neste ano foram realizadas semanas depois da decisão do regime stalinista da Coréia do Norte de retomar seu programa nuclear, o que causou grande tensão na região. Na fronteira entre os dois países, que assinaram um armistício em 1953 -nunca confirmado por um verdadeiro tratado de paz- existem 2 milhões de soldados. O lugar é considerado um dos mais perigosos do planeta.

Localizações

O mapa ao lado nos mostra como estava sendo a ocupação dos paises naqueles tempos de guerra.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

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EUA invade a Coreia do Norte


Os EUA conseguiram a aprovação para que enviassem tropas contra a ofensiva dos socialistas. Em setembro daquele mesmo ano os Estados Unidos enviaram forças militares contra a Coreia do Norte. Em pouco tempo, conseguiram algumas importantes vitórias. EUA era um país que defendia o capitalismo, por isso a charge acima mostra eles (EUA) atirando sobre as pessoas da Coreia do Norte, latinhas de CocaCola e os atiradores eram personagens de desenhos produzidos pelos EUA.